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Dívida milionária com Rojas: Conselheiro pede que Duilio e Augusto Melo devolvam R$ 45 milhões ao Corinthians

Por: dono 1

O imbróglio jurídico envolvendo o meia Matías Rojas e o Corinthians ganhou um novo e explosivo capítulo. Após o clube oficializar um acordo para pagar R$ 45 milhões ao jogador — que venceu a disputa na Justiça pelo valor integral de seu contrato após atrasos nos direitos de imagem — a pressão interna sobre as cúpulas diretivas disparou.

Um requerimento oficial, protocolado pelo sócio Leandro Jorge Bittencourt Cano junto ao Conselho Deliberativo, exige que os responsáveis pelas gestões atual e anterior arquem com o prejuízo financeiro do próprio bolso.

O que diz o pedido de punição?

Baseado na Lei Geral do Esporte e no Estatuto Social do Clube, o documento não pede apenas explicações, mas medidas práticas e punitivas. O objetivo central é o ressarcimento integral do valor aos cofres do Timão. Confira os pontos principais:

* Investigação Imediata: Abertura de procedimento administrativo para apurar responsabilidades técnicas e documentais.

* Individualização de Condutas: Identificação clara do papel de cada Presidente e seus diretores (Futebol, Jurídico e Financeiro) no caso.

* Ação de Regresso: Que o clube acione a justiça para que os dirigentes devolvam o dinheiro de forma pessoal.

* Transparência Total: Encaminhamento obrigatório do caso ao CORI e ao Conselho Fiscal.

Quem são os alvos do requerimento?

O pedido de responsabilização atinge diretamente nomes fortes das duas últimas administrações:

| Gestão Duilio Monteiro Alves | Gestão Augusto Melo |

|---|---|

| Duilio Monteiro Alves (Presidente) | Augusto Melo (Presidente) |

| Alessandro (Diretor de Futebol) | Rubens Gomes (Ex-Diretor de Futebol) |

| Herói Vicente (Diretor Jurídico) | Yun Ki Lee (Diretor Jurídico) |

| Wesley Melo (Diretor Financeiro) | Rozallah Santoro (Diretor Financeiro) |

Por que isso importa?

Diferente de outras crises, esta se baseia na tese de gestão temerária. O argumento é que o erro administrativo ao não cumprir o contrato de Rojas gerou um dano financeiro evitável, e que o patrimônio do Corinthians não deveria ser o único a sofrer as consequências de decisões individuais de seus gestores.

O clube tem o prazo sugerido de 10 dias para dar um retorno sobre as providências adotadas a partir do protocolo.

Enviado em: 29/12/2025 10:59

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